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Tuesday, June 2nd 2009

8:03 AM

António Pedro Louro Velez Frazoa

Colega Falecido....Paz à sua Alma

P'ra versos não tenho jeito
e daí... talvez vás gostar
Deste meu poema mal feito,
Que a ti te quero dedicar.

Bem galante e todo pimpão
Com o cabelo à tedynho,
Só lhe falta o jaquetão
P'ra ser o amigo ratinho.

São versos feitos à toa
Que brotaram na minh'alma,
P'ra ti amigo Frazoa
Com os parabéns da malta.

Já tens na mão o canudo,
Vais começar a nova vida,
Conta comigo p'ra tudo
Nunca esqueças esta amiga
MILÉZA


Todo ele fininho
E sempre na broa,
Assim é coitadinho
O nosso colega Frazoa.

Fica muito engraçadinho
Quando está furioso,
Por chamarem «Passarinho»
A este colega vaidoso.

Com o seu cabelinho à «bau-bau»
Não deixa em paz garota alguma,
E fica com a cara de mau
Se elas não ligam nenhuma.

Apesar de todo o seu físico,
Tem a mania dos alteres,
Está cada vez mais tísico,
E não deixa em paz as mulheres.

Como amigos são amigos,
Não sabemos só gozar,
Também temos sentimentos
E sorte te queremos desejar.

Que tenhas muitas felicidades
E muitas alegrias,
É o que te desejam os colegas
RUI PIMENTEL e CARLOS DIAS


Vindo de Nova Lisboa,
Magro, muito magrinho,
Cá apareceu o Pedro Frazoa
Mais simplesmente o »Passarinho».

Em breve arranjou fama
O colega »Passarinho»
E o motivo se chama
Vejam só: VINHO

Porém é bom rapaz
e quando em estado capaz
Muito simpático se torna
Mas quase sempre, geralmente
Quando o procura gente
Vão encontrá-lo no «entorna»
Agora que acabou o curso
Vai ter um novo percurso
Para na vida percorrer
É nesta poesia corriqueira
Que o teu amigo BANDEIRA
Te deseja felicidades para dar e vender.


Alto, magro e moreno,
O meu amigo «Passarinho»,
Pois ele é desde pequeno
Das mulheres o queridinho.

O curso estás a acabar,
E como tu, contente eu ficaria,
Se pudesse deixar para trás,
A Mecânica e a Agrologia.

O «Passarinho» um dia brincou,
Pois não quis saber dos afazeres.
Coitado! Então ele gritou:
Ai!tirem-me de cima os alteres!

Relembrando as tuas fugidas,
Eu vejo-te no Cahol,
Caído e cheio de feridas,
Devido ao chamado «álcool».

E se entre muitos vais na frente,
Já sei para onde vais,
O teu caminho é a nascente,
E não sei para onde mais.

Frazoa, vou acabar,
Não sabendo o teu destino,
Mas felicidades te quero desejar,
Este teu amigo AVANTINO






 
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