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Saturday, June 6th 2009

4:22 PM

José Domingos Lacerda Colaço


Concentra tua mente
Olvidando um futuro à frente
Largas agora p'ra nunca mais
Aquilo que preferes e desejas
Cessa de apertar a barriga
Ossos de cansaço e fadiga.

Cansaços e corridas fatigantes
Caçadas a animais como elefantes
Um tiro a um leão
Um fracasso de antemão
E assim vive o Colaço
De cansaço em cansaço

Do teu amigo RUI MANUEL BARQUEIRO


Por Colaço é conhecido
Cabulão alguém lhe chamou
É sem igual, um amigo
E o curso já terminou.

Conta-se que o Colaço
Lá p'rós lados do Cahol(o)
Zangou-se com o «Briol»
Teve de vir por um braço.

Ao Bruco ele gosta de ir
Leva qualquer um que peça
Qualquer dia tem de desistir
Por causa do peso da cabeça.

Do amigo MICKEY


Um miúdo enfezadinho
Conheci eu na aula de Inglês.
Muito amigo do livrinho
E por isso reprovou a Francês.

Quando se fala em patuscadas
Está ele todo lampeiro.
Saindo da coboyada
Com formidável paleio.

Um grupo famoso representavam
Com Pirulas, Chaves e Bituite.
e, quando alguma vez se zangavam
Só a voz do Colaço se emite.

Tinha um burro bastante famoso
O qual muito pomposamente o seu nome tinha
Que com aldrabices de um manhoso
Se convenceu que de uma abóbora morria.

Onde houvesse discussão
Lá estaria o Colaço
Visto sem a sua presunção
Não haveria o cansaço.

De enciclopédia o chamamos
E por isso se julga sabido
Quando eu e ele discordamos
sai discussão como é sabido.

Fora destas maçadas
Bom coração por ele é possuído
Visto de enrascadas
Me ter ele muitas vezes safado.

Assim me despeço como irmão
Benguelense amigo e sem maldade
Se te costumo tratar por irmão
É como prova  de grande amizade.

O irmão COSTA NETO


Colaço velho rufia
Cábula impenitente
Sua máxima presente
É, não estudes pá, copia

Foi um tipo celebrado
Por uma burra ter comprado
Magra burra malfadada
Que até morreu engasgada.

Senhor de larga prosápia
Conta histórias de ninar
A que a quiser escutar,
E não lhe conheça a lábia.

As suas grandes paixões
São as Japonesas e Mucubais
São histórias de aviões
E histórias ascentrais.

Caçador intemerato
Há-de ser talvez um dia
Gosta da vida do mato
E já não vem longe o dia
Que não tenha pela frente
Caído, informe um elefante.

Ele é bom, tem grande coração
Embora um pouco charlatão
É um amigo para a ocasião
Não há quem diga que não.

Estes versos vou findar
E só quero desejar
Que como és bom por agora
Sejas bom a vida fora.

Tenhas longas primaveras
E possas contar aos netos
As aventuras que tiveras
Neste dias tão incertos.

Do teu amigo JOSÉ VILELA







 
2 Comentários.

Posted by Gracinda:

Parabens pelo site !
Alguem pode me enviar o mail ou tel do Colaço?
Abraços
Saturday, April 3rd 2010 @ 12:20 PM

Posted by Ana Luísa:

Olá.... Gracinda, eu sou filha do Colaço.
Meu pai não tem e-mail....não é muito fã...hahahá
mas aqui esta o meu: analucolaco@hotmail.com
Qlqr, fique a vontade.

Abraços.
Friday, June 18th 2010 @ 11:16 AM

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