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Sunday, June 7th 2009

4:48 AM

José Luis de Abreu Couceiro da Costa

Que Deus te faça feliz
Na carreira que escolheste
E obrigado Zé Luís
p'la alegria que me deste.

AVÓZINHA CASTORINA


Rimas não sei fazer,
Nem tão pouco versejar
E por muito te querer,
Só te peço Zé Luís
Teu nome saibas honrar

Com um beijo da MÃE


Que trilhes sempre o caminho do bem
e da dignidade, meu rapaz.

Com um abraço do PAI


Há por aí certo menino
No dizer de toda a gente,
Que muito breve será
Um afamado Regente.

Será verdade, ó Zé Licas,
Esta tal afirmação?
Se assim é, eu tenho pena
De toda a vegetação.

Nada te vai escapar
Do café aos agriões
Vê lá se és capaz
Do repolho dar feijões.

E se nada conseguires
De tudo que se relata
Vê se consegues mandar-me
Um cestinho de batata.

Dos Tios amigos
ALICE e ALBERTO


O Zé Luís feito Regente!
Quem tal pudera!!
No liceu cábula excelente.
Na Escola... exemplar.

Será um técnico afamado
Por certo de grande valor.
Tratará plantas e gado
Com saber e com amor.

os insectos alarmados
Com mais esta formatura,
Lamentam consternados
a sua vida futura.

Contente, encantado,
Senhor regente Zé Luís?
O curso está acabado,
Deve sentir.se feliz.

Felicidades p'ra terminar
E uma carreira bonita,
São os votos a rimar
Da tua amiga NITA.


Pr'o teu livro vou fazer
Uns versos desengonçados,
Sem poesia, podes crer,
Mas ao menos engraçados.

Amanhã sou «Zé Regente»,
Deves estar a pensar...
Cá por mim está assente,
Só «Zé Licas» te chamar.

E o Zé todo galhardo
Vai às moças dedicar
Uma pega à bom forcado
Que o deixa a transpirar...

Brada ao  Céus tanta alegria!
Zé cheinho de »lecas»
Regente, quem tal diris,
Do nosso querido «Zé Cuecas»?...

Nas garraiadas da Escola
É durinho de roer...
Pede-lhe o touro: «Por esmola,
Não m'aleijes a valer...»

O «El Garibaldi» acabou-se.
Já é Regente podeis crer,
Das touradas desligou-se
E só de plantas quer saber.

Com um abraço da Tia MENICHA


Alto, forte e moreno
É o aspecto deste amigo
Bem, eu disse que ele é alto
Comparando.o comigo.

Os cantos do garrafão
Conhece-os de olhos fechados
Apanha cada pifão
Que nos deixa admirados
(Nós que estamos habituados)

Cuidado, meninas, cuidado
Com este moço de lentes
Olhem que foi editado
Numa Escola de Regentes.

Dinheiro e saúde
esposa, filhos, amor
E um amigo sincero
Que está ao teu dispor.

MICKEY


Por fogo no liceu pegar
No Tchivinguiro ficou
Seis anos a estudar
O curso que acabou.

Um inquérito pecuário
À base de «Colongombe»
Quer ser veterinário
P'ra tratar dos «n'ongombe».

Recordações do AIFLAS


Vindo de Sá da Bandeira
A esta Escola veio parar
E até arranjou maneira
De seis anos cá ficar.

Aluno médio ou exemplar
Mas um pouco distraído
a matemática foi chumbar
E teve um ano perdido.

A física, química e agrologia
Alcançou um triste fim
E diz que não era avaria
Se continuasse sempre assim.

Agora quem quiser ouvir
É favor escutar
poderá troçar ou rir
Ou então, pôr-se a cavar.

Pois este nosso amigo
Não é de brincadeiras
Da água é inimigo
Quando vai p'ras bebedeiras.

Mais conhecido por Procópio
De bigodinho à Fidel
Só não entro para o ópio
Com receio ao cordel.

Amigo do carrascão
Whisky, cognac e cerveja
Bebe pelo garrafão
Desde que ninguém o veja.

Herói de admiráveis cutelos
Neste campo não tem rival
Tiveram fama os seus duelos
Que pasmaram o Deus do Mal.

Agora só me resta
A este amigo recordar
Que haverá grande festa
quando ele nos deixar.

Do colega COUTO JR.


Não.
Não é o orador Padre d'Assis
Mas sim, o conferencista, Zé Luís.

Vai-nos falar sobre chimpacas
Não d'água mas de chorume
E, como entram e saem  as vacas
Pr'o aproveitamento d'estrume.

Do teu amigo e colega SALAZAR


A Escola perde um elemento
Nesta hora tão dramática
Procópio, cheio de talento
Pr'o judo e pr'a ginástica.

Profundo conhecedor
Em matéria de chimcapas
Em frente ao inspector,
O boi é boi e as vacas não são vacas.

Originário do «Oriente»
das terras do marajá
Mas agora já é regente
E não quer ser do lado de lá.

Do colega ANTÓNIO CEBOLA


Quando ao Tchivinguiro chegou
Aqui pertinho de Sá da Bandeira
A malta logo e sempre pensou
Que teríamos fogo na carteira.

Mas foi só para assustar
Pois portou-se como ninguém
Só pensou em estudar
E «arrastar a asa« a alguém.

A sua longa vida de estudante
É devida somente à matemática
Mas sempre um grande amante
Da mecânica, tecnologia e gramática.

O tão desejado curso acabou
O colega e amigo Procópio
A malta o denominou
Por motivo da terra do ópio.

É contudo muito educado
este novo e vaidoso regente
Meninas tenham muito cuidado
Apaixona-se por toda a gente.

Na tua longa e dura vida
podes contar com um amigalhaço
Que na hora da alegre partida
Se despede com um simples abraço.

Do colega PEREIRA DE SOUSA




















 
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