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Tuesday, June 9th 2009

7:07 AM

João José Valério Alho


 

Veio de Santarém armado
com mania que sabia.
Andando sempre embebedado
quando meio litro bebia.

Na garraiada partiu o dedo
por tanto querer pegar,
às vezes tinha medo
por tantas «marradas» levar.

Como não podia ser,
O Torrinha te dedica
estes versos para recordar.

Felicidades pelo mundo fora deseja-te o bicho R. TORRINHA


p'ra rimar com João
eu pensei em garrafão,
as outras não vão sair
que aqui não «caberão»...
Mas já podem deduzir.

Vamos então ao José
que rima com salalé.
Agora p'ra Valério
tenho que falar a sério
só rima com água pé.

Mas p'ra rimar com Alho
a musa logo indicou
nem bandalho
nem trabalho
foi naquela que pensou.
E no fim da poesia
chego a esta conclusão
-Brilha o leitor p'la ausência
dúma boa educação.

Com um abraço mais bêbado deste mundo e do outro AZEVEDO


Pi...Pipi...Pi...Pipi...
Não, não é ninguém a fazer xixi,
nem nenhum carro a apitar.
É a antena do Alho, o seu radar.

esse é dos tais também,
do longínquo Santarém.
Aí começou na pielas
p'aquelas andrajosas vielas.

O seu nariz cheira sempre à frente
e, qualquer briol ou aguardente
lhe dá logo esse parecer:
«Terei que beber».

Teu grande amigo e colega   SALAZAR



 

 

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