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Wednesday, June 10th 2009

3:10 AM

António Alberto de Oliveira Cardoso «Câmara Boy»


Quatro quadras dão poco espaço
Para te poder gozar
Mas vamos lá a ver se posso;
Pelo menos vou tentar...

Tem mil diversas paixões
Halteres, música, artistas.
E também ama os tais «balões»
Como outros três finalistas.

Um chama rasga o ar
Ondulando qual giboia
R um coração a chorar
E abrazado pela «Joia»

Câmara Boy amigo, adeus,
Desejo-te venturas mil.
Sê feliz, deixa os ateus,
Pratica tu o culto do funil.

Com um grande abraço do amigo CUCA



O haltere é o seu passatempo preferido
Do Cliff não se farta de falar
Mas logo afina, fica mesmo ofendido
Quando dizem não saber cantar.

O nosso amigo «Galâ do Balombo»
Que se encontra agora no Lobito
No carnaval deu um grande tombo
Por ter bebido pouco. Ficou bonito!...

E para terminar com estes versos
Mil felicidades te quero desejar
Não te esqueças dos amigos diversos
Daqueles que até ao fim te fizeram acompanhar.

Com um abraço do amigo VIRGILIO



Este meu amigo Cardoso
Vindo há muito do Balombo
Fica sempre um monte raivoso
Se não pode ir de maximbombo.

Um dia numa aventura
Por umas abelhas fez uma peça
Correu mais que cavalgadura
E disse de mansinho «elas mordem depressa».

Diz ser galã lá da terra
Futuro artista de cinema
Um dia irá para Inglaterra
E como cow-boy aparecerá em cena.

Muito mais podia dizer
Mas os espaço e tempo faltam
Felicidades no teu afazer
E recebe um aperto de mão.

Do teu sempre amigo TINO



Tem a mania do Texas
Este colega manhoso
É lento nas falas
E não gosta de gozo.

«Elas mordem depressa»
Frase célebre deste molengão
Pois as abelhas estavam com pressa
e não olharam a lentidão.

Dinheiro e saúde na vidinha
É tudo o que te deseja
O amigo Torrinha.

Do amigo TORRINHA


Há duas coisas que gosta
Cantar e brincar com rodas
A roda um grande invento
Já lá dizia o Herodes!!

Não sei se vem do cinema
Ou se é por analogia
Cardoso, Câmara lenta
Era assim que o conhecia.

Como vês não tenho jeito
Nem um sentido perfeito
Do que seja a poesia.
Agora para terminar
Eu te quero desejar
Saúde, um futuro e alegria.

Do PACHECO com amizade



Uns versos tu me pediste
Uns versos te vou dedicar
Pois para mim é bem triste
Um bom colega deixar.

E agora vamos recordar
Eh pá...? pá...,
Eu cá sou...
Do...Texas...
Tens destas frases desconexas
E levas uma hora até o pé levantar.

Andas no Texas ou na lua
e uma boneca queres engatar
Não sei que ideia é a tua
Ir a paris buscar
Não sei porquê essa ideia puritana
pois seria melhor uma bela texana.

Sou bonito, não!?
Diz ele quando ao espelho está a olhar
Despacha-te engatatão
Senão com essa sorna toda
Nem aos cinquenta vais casar.

Com um abraço do sempre amigo FAGULHA






 
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