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Friday, June 5th 2009

3:21 PM

Hernani Augusto de Abreu Torrinha

 

De Julião é alcunahdo
Este cabeça no ar
É um pouco amalucado
Mas um amigo sem par.

Tem umas feias patilhas
às vezes faz riscos ao lado
É este o aspecto
Do colega citado.

Depois de sete anos
De tanto cabular
Acaba por fim o curso
Que tanto o fez suar.

Torrinha, se o teu velho sabe
Que só querias a nascente
Temos a impressão que és capaz
De ficar sem nenhum dente.

O Mickey e o Bocage
Que cá ficam com saudades
Juntaram-se para desejar
Milhões de felicidades.

MICKEY e BOCAGE


De macaco alcunhado
Chegou da Chibia
Um grande malcriado
Com a mania que sabia.

Cuidado amigos, cuidado
Com o colega - Abreu
Diz sempre «ia morrendo»
Quando nada aconteceu.

Gaiteiro profissional
O amigo saguim
Tem ares criminal
Porque é mandarim.

Tem manias das cabanas
Lá do lado do Muolo
Mas quando come sopas
Vai logo ao Caholo.

Tem um grande azar
O nosso animal
Quando se trata de amar
Diz logo... «casal?»...

Recebe votos de felicidade do amigo MALHOA


Que refilão e desordeiro
É este colega Torrinha.
Vamos à farra sanzaleiro?
'Tá bem, mas aquela é minha.

«Estão a ver, ia morrendo,
tenho muita e muita razão.»
E faz um barulho tremendo
Se logo lhe dizem que não.

Do colega amigo PRÓS-COPOS


Talvez...
Que se a fortuna sorrisse
Serias alguém
Pensou um profeta c'ainda disse.

Desejo
Ninfa do Tchivinguiro
No teu roteiro giro,
Para nesse «cambolador»,
cambolador de sonhos
Ora sérios, ora risonhos,
Sonhos de um trovador.

E dá-lhe Ninfa então,
Seu sonho, sua ilusão.

Do sempre amigo  SALAZAR

 

 

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