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Tuesday, June 9th 2009

2:21 PM

Alexandre José Galo «Vicência»

 

A meus pais,
aqui deixo expressa
a minha gratidão.

O filho amigo ALEXANDRE


Para estes versos rimar,
muito tive que suar,
Mas são só para te lembrar,
Que com este amigo podes contar.

Do cole e amigo ALBUQUERQUE



lento, calmo e pensativo,
cara de diplomata aborrecido,
Incapaz de torcer,
ordena que é um prazer.

Goza de bom rapaz
Adora estar sonhando,
Nem por isso é desertor,
Ora antes é sabedor.

Com um abraço do colega e amigo JOÂO RICARDO



E canta no seu poleiro,
O Galo matreiro.
Esta muito boa,
Todos devem saber,
Não é preciso dizer,
Nova York menor que Lisboa.

Deixando de gozar,
Acabando a brincadeira,
O «Cabilha» te vai desejar,
Recheada a carteira.

Do colega NECAS



Có-có-ró-có.
Muito de regalo,
Sai do seu poleiro,
Todo ufano o Galo.
Có-có-ró-có.
Tem boa memória,
O que é raro nas aves.
Não tem o que tinha,
(Preguiça de estudar)
Há-de ter uma galinha,
E pintainhos para criar.

Do teu colega MICKEY



Há três anos que labutas,
Para tirares o teu curso de Regente,
Mas finalmente venceste a luta,
E daqui sairás contente.

Na hora da despedida,
Duas coisas te vou desejar,
Que tenhas sorte na vida,
E felicidade sem par.

Do colega e amigo HILÁRIO



Bicho capoeiro,
Este nosso galo,
Merecia estar no galinheiro,
Mas...enfim!
Cá veio parar...
E com manias de gente
O curso veio tirar,
E sem o «book» ninguém o viu.
E agora p'ra terminar,
Pois a inspiração fugiu,
Felicidades sem par,
é o que te deseja,

O amigo MARCELO



Quatro bons amigos certo dia,
Tiveram uma ideia bastante tola
Quiseram subir ao morro que via
da varanda defronte da Escola.

Um deles era o José galo que levava,
Uma bobine de adesivo para a ferida,
Mas na Banja doeu-lhe tanto um calo,
Que lá se foi o adesivo sem medida.

Não ficou por aqui o infortúnio,
deste excursionista desgraçado,
Chegou ao cimo do morro disse logo:
«Eu não arranco daqui, que estou cansado!»

Ao subir a Chela, quando vinha,
Gritava do coração já a carpir,
«Eu juro pela avòzinha»
A mãe da minha mãezinha,
Nunca mais ao morro ir:»

Isto foi um triste episódio,
Da vida deste colega folião,
Mas apesar das suas desventuras,
Não deixa de ser camaradão.

Com um abraço do colega SILVA



Como a elegância é moda,
Vejam lá o que pensou,
Para eliminar com uma poda
a banha que o deformou.

Muito tempo magicou
E com voz de tom sarcástico
A solução entoou:
«-Uma cinta de plástico».

Tudo isto é brincadeira
Galo, meu grande amigo,
Só quero que em tua carreira
Tenhas a felicidade contigo.

Do teu muito amigo  PEREIRA GOMES







 

 

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