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Saturday, June 13th 2009

4:39 PM

Jorge Alberto Simões «Farol»

 

Meus Pais!
Não podia deixar
que os vossos ais
E alegrias
Ficassem num caos, a naufragar
Onde se perde a humanidade
Por isso, eternamente
Com um sopro de vaidade,
Vos direi: Presente!!!
Sou Regente meus pais!!!.

É a vós que isso devo
Aqui fica o meu OBRIGADO
Que de quatro folhas, o trevo
Ande sempre a vosso lado.

Reconhecidamente  JORGE



Alérgico ás concubinas
Raramente joga futebol
Com as suas pernas finas
É alto como um «farol».

é dos bons como estudante
Cultiva tomates e melões
Não é cavaleiro andante
Mas tem o tique dos sabichões.

Do deserto veio pequeno
Com a mira de lutar, de vencer
Parece um poste, é moreno
Inda não parou de crescer.

Que pares nos 3 metros
Que sejas muito feliz
São os votos sinceros
Do teu amigo Luis.

CASTRO E SILVA


Quando à Escola chegou
Pouco mais tinha que 1 metro
Em pouco tempo esticou
E hoje quase chega ao tecto.

Este nosso nenézinho
Não consegue manter a boca fechada
E, «o bom do homenzinho»?
Não sai nem à cacetada.


Sou um garoto desta idade
Diz ele estendendo o braço
Mas hei-de arranjar uma beldade
Apesar de não ser grande traço.

P'ra não mais «chatear»
Aqui fica a despedida
Como amigo te vou desejar
Muitos e felizes anos de vida.

MÁRIO


Farol...
Se a altura se manifesta
desde esse caracol
no alto da testa
até aos «50» da bota
tenta, talvez em vão,
tirar uma catota,
Com o dedão!!!
...Moralista...
(Ai! S. Baptista)
...Finalista...
Que ostenta crista...
Galo sem capoeira!!!
Garrafa...Girafa...
Deserto sem poeira
Sais formado...
Estás arrumado...
Mas já te vejo casado
Com uma alta como tal,
Com um filho enlameado,
E tu... a pregar-lhe moral.

O teu amigo  GALHANAS


Ao bom amigo Farol
Da altura dono e senhor
Que vai estudando em prol
De se formar veterinário Dr.

Da veteranada o melhor
É da ganga adepto ferrenho
É dos mansões o melhor
E matulão em tamanho.

Com o seu metro e noventa
Dominando tudo e todos
Dono de uma grande sebenta
Onde aponta  broncas a rodos.

Grande amigo Simões
Aqui vou terminar
Desejando que os teus dotes matulões
Na vida te faça terminar.

Do bicho amigo  TENDINHA


Comprido até mais não
Com a mão toca o sol
resolveu a malta então,
Alcunhá-lo de «FAROL»

Adra usar capacete
Um rude«colonial»
Quando na cabeça o mete
Há um eclipse total.

Bastante desengonçado
É um perigo ao cair
E ou está chateado
Ou está a discutir.

E assim, Farol amigo
Despeço-me desejando
Que a sorte esteja contigo
E a «massa» vá entrando.

Um abraço do amigo CUCA


Prestes a ser Regente
Por aqui não quer ficar
E se o virmos mais em frente
Não é para admirar.

E agora para terminar
Só me resta desejar
Felicidades sem par.

KIM


Com grande sacrifício
à pressa estou a fazer
uns versos cujo auspício
é mais tarde o Farol reler.

Nada te quero dizer
do tempo aqui passado
pois que ao estes ler
ele deve ser recordado.

Com todo este trabalhão
uma dedicatória queria oferecer
mas a este calmeirão
que poderei eu ainda dizer!

Bem, Farol amigo
Felicidades sem par
e conta sempre comigo
se eu te puder ajudar.

Um abraço do muito amigo BENTO






 

 

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